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Vem aí, o coração de D. Pedro.


Em 24 de setembro de 1834, o coração de D. Pedro I parou de bater. Três dias depois, seu corpo foi enterrado na igreja de São Vicente, em Lisboa. Em 1972, nas comemorações dos 150 anos da Independência, seus restos mortais voltaram ao Brasil – onde estão até hoje na cripta do Monumento do Ipiranga –, mas seu coração ficou em Portugal, dentro de uma urna na igreja da Lapa, na cidade do Porto. Conservado em uma solução mista de formol, são necessárias cinco chaves para permitir acesso ao recipiente de vidro. Agora, foi divulgada a notícia que os portugueses vão emprestar o coração de D. Pedro para o Brasil, para as comemorações dos 200 anos da Independência. Ainda não se sabe quando será o traslado temporário, pois há várias questões relacionadas com o transporte e a conservação que ainda precisam ser acertadas entre os governos português e brasileiro. Como bem escreveu Eduardo Bueno no verbete “Coração”, de seu “Dicionário da Independência”, foi “um coração que bateu forte, motivado por muitas paixões, entre elas, com certeza, a paixão pelo Brasil.”

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